Operator
Sejam bem-vindos à teleconferência da Alupar para discussão dos resultados referentes ao quarto trimestre de 2025. O áudio e os slides desta teleconferência estão sendo transmitidos simultaneamente pelo canal de áudio em inglês.
Para ouvir a conferência em inglês, clique no ícone do globo no menu inferior e selecione o idioma desejado. Após a escolha, você pode selecionar "Silenciar o áudio original".
A apresentação também está disponível para download. Informamos que todos os participantes estarão apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação, e em seguida iniciaremos a sessão de perguntas e respostas.
Informamos que previsões acerca de eventos futuros estão sujeitas a riscos e incertezas que podem fazer com que tais expectativas não se concretizem, ou sejam diferentes dos esperados. Essas previsões refletem a opinião unicamente na data em que são feitas, e a companhia não se obriga a atualizá-las.
Estão presentes nesta teleconferência os senhores José Luís de Godoy Pereira, CFO da Alupar, e o senhor Luiz Coimbra, diretor de RI da Alupar. Gostaria agora de passar a palavra ao senhor Luiz Coimbra, que dará início à apresentação.
Por favor, senhor Luiz, pode prosseguir.
Luiz Coimbra
Boa tarde a todos, e obrigado pela participação no call de resultados do quarto trimestre de 2025 da companhia. Olhando a nossa agenda, eu vou começar destacando os principais acontecimentos que nós tivemos nesse trimestre.
Em seguida, eu vou abordar a evolução dos projetos em implantação. Depois, eu vou passar pelos números do quarto tri com foco nos números regulatórios e pela destinação de resultados.
E por último, a gente vai demonstrar o desempenho da companhia no mercado de capitais. O primeiro destaque que nós tivemos foi a reafirmação do rating corporativo da companhia pela Fitch.
Em dezembro do ano passado, a Fitch Ratings reafirmou os ratings da companhia. Ela manteve o rating AAA em escala nacional e o BB+ na escala internacional em moeda estrangeira, ambos com perspectiva estável.
Essa reafirmação, ela é de extrema importância, né, nesse momento de investimento mais intensivo, dado que a gente ainda tem valores relevantes a serem captados nos próximos anos. Outro destaque relevante que nós tivemos no trimestre foi a captação dos recursos de longo prazo para a implantação da transmissora TEP.
Atualmente, nós temos três projetos em implantação no Brasil: a TPC, a TEP e a TAP. A TAP acabou sendo incorporada no contrato de concessão da TEP, então essa captação garante o funding de longo prazo para a TEP, já contemplando os investimentos que estavam originalmente previstos para a TAP, ficando apenas pendente a estruturação do financiamento de longo prazo da TPC.
Essa operação, ela foi realizada por meio de uma emissão de debêntures incentivadas. A liquidação financeira ocorreu no início de fevereiro.
Nós captamos R$ 2,45 bilhões. O prazo dessa dívida ficou em 12 anos, com custo de IPCA + 6,99%, o que é equivalente a NTN-B 2040 - 40 bps.
O último destaque que a gente traz do trimestre foram os pagamentos dos dividendos aprovados no final do ano passado. No período, nós tivemos dois pagamentos de dividendos que totalizaram R$ 207,7 milhões.
O primeiro pagamento, ele foi referente aos dividendos que foram aprovados na RCA no dia 6 de novembro. Esse pagamento ocorreu no dia 6 de janeiro, no montante de R$ 98,9 milhões, o que equivale a 30 centavos por unit.
O segundo pagamento foi referente aos dividendos aprovados na RCA do dia 18 de dezembro. Esse pagamento ocorreu no dia 12 de fevereiro, no montante de R$ 108,8 milhões, equivalente a 33 centavos por unit.
Passando agora para a próxima seção, a gente traz a evolução dos projetos em implantação. Nesse slide, a gente está trazendo uma visão pouco mais detalhada, né, dos avanços fundiários e de licenciamento ambiental, além da evolução que nós tivemos nas contratações e na execução das obras.
Na frente fundiária, nós tivemos avanço relevante nos projetos internacionais, com destaque aqui para a TCN e a ELTEC, que já estão com 100% das áreas de subestação negociadas. No licenciamento ambiental, o principal marco nesse tri foi a emissão da licença prévia da TAP, que ocorreu em novembro.
Quando a gente olha as contratações, nós tivemos avanço importante na SET, que é o nosso projeto no Chile, com a contratação dos transformadores, compensadores e equipamentos de pátio. Já nos projetos TET e TSA, que são dois projetos que temos no Peru, nós também tivemos avanço relevante, tivemos a contratação dos transformadores, reatores e equipamentos de pátio.
Em termos de execução de obra, atualmente nós temos dois projetos que estão em fase de obra. O primeiro deles é a TEP, que é o nosso projeto aqui no Brasil.
Esse projeto está com 28% de avanço físico. E o segundo projeto é a TCN, dos nossos projetos no Peru, que a gente fechou o quarto trimestre com 24% de avanço físico.
Seguindo na nossa agenda, a gente passa agora para os números regulatórios. Olhando a receita líquida, ela totalizou nesse trimestre R$ 932,3 milhões, isso representa crescimento de 6,9% em relação ao mesmo período de 2024.
No segmento de transmissão, ele contribuiu com crescimento de R$ 96,1 milhões no faturamento. Nós tivemos dois impactos aqui: o primeiro foi o reajuste da RAP, a gente teve reajuste de 5,32% para os contratos indexados em IPCA e reajuste de 7,02% para os contratos indexados em IGP-M.
E o segundo impacto foi a entrada em operação comercial da TCE, em outubro de 2025. Esse é o nosso primeiro ativo de transmissão na Colômbia.
Quando a gente olha o segmento de geração, nós tivemos recuo de R$ 20,6 milhões no faturamento. Basicamente aqui a gente teve o final dos PPAs, dos contratos bilaterais que a gente tinha nas usinas de Queluz e Lavrinhas.
Então a usina de Queluz, o PPA se encerrou em junho do ano passado, e Lavrinhas em setembro. Então a gente acabou vendendo energia no spot nesse trimestre a preço pouco abaixo daquilo que a gente tinha nos nossos contratos.
Olhando o EBITDA, ele totalizou R$ 709,4 milhões nesse trimestre, isso representa crescimento de 8,5% em relação aos números contabilizados no quarto trimestre de 2024. Tivemos aqui três principais impactos: o primeiro foi esse da receita, que eu acabei de mencionar; depois nós tivemos aumento de R$ 9,9 milhões nas despesas administrativas e gerais, aqui basicamente esse aumento se deu em razão da entrada em operação da TCE, e nós tivemos algumas despesas com consultoria e provisões tributárias em duas transmissoras, na TME e na Sete; e o último destaque foi esse aumento de R$ 8,3 milhões na conta de equivalência patrimonial, isso é exclusivamente pela entrada em operação comercial da TNE, que ocorreu em setembro do ano passado.
A TNE é o único ativo nosso que não é consolidado. Olhando o lucro líquido, ele totalizou R$ 191,6 milhões, crescimento expressivo, né, 95,5% em relação aos R$ 98 milhões que foram registrados no mesmo período do ano anterior.
E aqui, assim, nós temos quatro principais impactos: o primeiro foi esse aumento de R$ 55,3 milhões no EBITDA, que eu acabei de mencionar; acho que o principal impacto foi essa redução de R$ 88,3 milhões no resultado financeiro, e aqui eu vou segregar: a gente teve aumento de R$ 59,3 milhões nas receitas financeiras, que foi decorrente do aumento do CDI, o CDI ficou em 3,53% nesse trimestre e no quarto trimestre de 2024 ficou em 2,63%. Quando a gente olha as despesas financeiras, nós tivemos uma redução de R$ 29 milhões, e basicamente aqui foi em razão da variação cambial no exterior.
Nesse trimestre, nós tivemos uma desvalorização da moeda peruana frente à moeda do Brasil, ao real. Outra conta importante aqui foi esse aumento de R$ 21,4 milhões na participação dos minoritários, isso foi reflexo da melhora no resultado de algumas transmissoras, nas transmissoras que a gente tem dívidas indexadas a IPCA, dado que esse índice, ele apresentou recuo no quarto trimestre de 2024/2025, esse índice fechou em 1,92% e nesse trimestre esse índice ficou em 1,08%.
E a última conta que eu vou destacar aqui foi esse aumento de R$ 22,9 milhões na depreciação e amortização, isso reflete a entrada em operação comercial da TCE, que foi em outubro do ano passado, e da ECTE, que foi também em julho de 2025. Quando a gente olha agora no próximo slide os números em IFRS, a receita líquida, ela apresentou crescimento de 3,6%, fechando esse trimestre em R$ 1,164 bilhão.
O EBITDA, ele totalizou nesse trimestre R$ 782,6 milhões e a margem ajustada ficou em 78,8%. Já o lucro líquido IFRS, ele totalizou R$ 282,5 milhões, isso representa crescimento de 22,7% em relação aos R$ 230 milhões que foram contabilizados no quarto trimestre de 2024.
Passando agora para o próximo slide, nós apresentamos o endividamento da holding. Na controladora, ela contabilizou uma dívida bruta nesse trimestre de R$ 884,8 milhões.
Essa dívida, ela é referente à oitava emissão de debêntures, é uma dívida com custo de IPCA + 6,5% e foi feito swap para 96,35% do CDI. A posição de caixa ficou em próxima de R$ 1,3 bilhão de reais, isso resultou em uma dívida líquida nesse trimestre de R$ 383,8 milhões.
Passando para o próximo slide, nós apresentamos o endividamento consolidado. A dívida bruta, ela totalizou nesse trimestre R$ 12,587 bilhões, a posição de caixa ficou em R$ 3,229 bilhões, resultando em uma dívida líquida de R$ 9,359 bilhões.
Quando a gente olha a estrutura da dívida consolidada, nós não tivemos nenhuma variação significativa. A maior parte da nossa dívida, 52%, ficou indexada a IPCA, seguida pelo CDI com 27%, e a dívida dos projetos que nós temos fora do Brasil, são as dívidas em cesta de moedas, fecharam o trimestre representando 14,7% do endividamento consolidado.
Seguindo agora para o próximo slide, nós apresentamos a destinação dos resultados e os dividendos que foram recomendados em RCA. O Conselho de Administração, ele recomendou à Assembleia Geral da companhia, que está agendada para o dia 16 de abril, a aprovação da distribuição de dividendos no montante de R$ 9,9 milhões.
Esses dividendos, ele corresponde ao saldo complementar dos dividendos que a gente antecipou em dezembro do ano passado. Essa distribuição, ela equivale a 3 centavos por unit.
O pagamento, ele será realizado em 60 dias após a aprovação pela Assembleia Geral da companhia. A data de corte, que é a data ex, ela ocorre no dia 16 de abril, com as ações passando a ser negociadas ex-dividendos a partir do dia 17 de abril.
Com essa proposta, o total de dividendos distribuídos referente ao exercício de 2025 totalizou R$ 356 milhões, o que equivale a R$ 1,08 por unit, payout de 50,8%, em conformidade com a política de dividendos da companhia. Esse montante, ele representa crescimento expressivo de 29% em relação aos R$ 275,7 milhões que foram distribuídos referente ao exercício do ano de 2024.
E acho que essa distribuição, né, nesse momento de forte ciclo de investimento, reflete pouco do compromisso da companhia em buscar esse equilíbrio entre dividendos e o crescimento da companhia. Passando agora para a próxima seção, nesse último slide, a gente demonstra o desempenho da companhia no mercado de capitais.
Olhando o ano fechado de 2025, as ações da Alupar apresentaram uma valorização de 29,07%. Outro ponto que vale destacar foi o volume financeiro.
Nós fechamos o ano de 2025 com volume médio diário de R$ 27,6 milhões. Com isso, eu fecho a apresentação e a gente pode seguir para a sessão de perguntas e respostas.
Obrigado.
Operator
Iniciaremos agora a sessão de perguntas e respostas para investidores e analistas. Caso deseje fazer alguma pergunta, por favor, pressione o botão "Levantar a mão".
Se a sua pergunta for respondida, você pode sair da fila clicando em "Abaixar a mão". Para fazer perguntas por escrito, basta clicar no ícone Q&A no menu inferior e escrever sua pergunta junto com seu nome e companhia.
Por favor, aguarde. Nossa primeira pergunta vem do senhor Victor da Cunha, do Itaú BBA.
Victor da Cunha
Boa tarde, pessoal. Conseguem me dar mais detalhes sobre a queda anual no custo com compra de energia no trimestre, visto que os impactos de curtailment foram maiores, assim como o PLD?
Obrigado.
José Luís de Godoy Pereira
Oi, boa tarde a todos. Olha, basicamente isso tem três fatores, né?
O curtailment, na verdade, não foi tão maior no quarto tri, depende da planta, ponto de conexão. Tem a questão da sazonalização, a garantia física foi mais alocada.
E o mix do GSF e da alocação. São esses três fatores que dão esse menor aí.
Operator
Nossa próxima pergunta vem do senhor Vitor Sousa, da Genial Analisa. Por favor, pode prosseguir.
Vitor Sousa
Alô, boa tarde, me escutam? Bem, vamos lá.
Eu entendo que vocês vão alcançar 18% das suas receitas em ativos fora do Brasil. Olhando uma transação até aquela linha que ficava lá no Chile, de vocês, bem antiga, né, uma transação já bem de 2016, se não me engano, ela saiu ali por mais de 20 vezes EV/EBITDA, quase 30.
Eu penso que no relativo esses ativos fora do Brasil seriam mais valiosos do que aqueles que estão dentro do Brasil. Vocês têm alguma estratégia para tentar colocar uma luz no valor desses ativos, seja, eu pensei, por exemplo, no caso de spin-off seguido por IPO somente desses ativos fora do Brasil?
Existe algo nesse sentido para trazer uma maior percepção de valor desses ativos no exterior para o case da empresa como todo, ou não existe essa discussão? Valeu, obrigado, boa tarde.
José Luís de Godoy Pereira
Eu acho que nesse momento, né, essa questão de descolamento entre a percepção e o valor de cada ativo tá muito ligada ao fato de serem projetos novos, em implantação, ambiental, então eu acho que isso tudo gera uma percepção no mercado ainda de não comprar 100% isso, né? Com relação aos múltiplos, isso depende caso a caso, e aí tem que analisar projeto a projeto, porque você tem projetos que são perpétuos, projetos que têm prazo de concessão.
Os prazos de concessão são pouco maiores do que aqui, os que não são perpétuos, os que são perpétuos são perpétuos, e acho que também o fato de você ter prazo de execução longo, né, de 5 anos, isso faz com que você acabe pesando a mão no desconto, né, no período da construção, pelo fato de você ter esse risco atrelado à execução, né? Então basicamente acho que são esses fatores.
Uma vez esses projetos entrando em operação, acho que automaticamente isso vai entrando e vai incorporando o valor dentro da companhia. Com relação a fazer spin-off, nesse momento a gente não pensa nisso.
Não quer dizer que isso não possa ser estudado pra frente, mas nesse momento não é a nossa ideia. A gente tem uma questão também importante de sinergia, e fazer spin-off a gente perderia pouco dessa sinergia que existe entre todos os ativos, então.
Mas não quer dizer que isso não possa ser cogitado, tá? Só para dizer para você que nesse momento não tá no nosso radar.
Vitor Sousa
Perfeito, muito obrigado.
Operator
Nossa próxima pergunta vem do senhor Erico Saloti, investidor. Por favor, pode prosseguir.
Erico Saloti
Alô, boa tarde, estão me escutando?
Operator
Sim.
Erico Saloti
Opa, obrigado por pegar minha pergunta aí. Parabéns pelos resultados, primeiramente.
É sobre a questão do curtailment, colocaram ali que foi o mais frequente, mas eu imagino que a companhia esteja olhando para isso para o futuro em projeções. Eu queria saber de que maneira, se tem algum hedge, alguma coisa sendo construída para mitigar esse impacto no balanço.
Obrigado.
José Luís de Godoy Pereira
Olha, a gente trabalha aqui com políticas de hedge, né? A gente faz hedge de alumínio, agora cada projeto tem peso diferente, tá?
E, enfim, isso daí a gente considera também no modelo de cada negócio. Com relação à questão de curtailment, você tá falando de energia, aí a gente posiciona o nosso portfólio ano a ano, né?
Porque o que vai estar pouco mais longo no ano que vem, automaticamente a gente vai gerenciando esse portfólio em função das nossas vendas e da nossa exposição. Então isso daí é uma coisa que se faz constantemente, né?
O curtailment afeta a garantia física, lógico, mas eu ainda tô bastante esperançoso de que essa questão do curtailment vai ser resolvida. Já foram dados passos nesse sentido, foi muita coisa feita, já tem muita legislação sobre o assunto, faltam alguns detalhes de regulamentação, mas eu acho que isso daí automaticamente vai ser resolvido ao longo do tempo.
Não só com isso, como também com o reforço que tá sendo feito na rede de transmissão para aliviar bastante essa questão aí. Mas se o gerenciamento se faz com o portfólio e faz a projeção do curtailment baseado nas melhores práticas e estatísticas que se tem no mercado, e vai gerenciando esse portfólio.
É isso que a gente tem feito.
Erico Saloti
Tá certo, pessoal, muito obrigado.
Operator
Nossa próxima pergunta vem do senhor Ricardo Bella, do Safra. Por favor, pode prosseguir.
Ricardo Bella
Boa tarde. Queria saber pouco da visão de vocês sobre os próximos leilões no Brasil, e qual o nível de atratividade vocês têm observado, principalmente em relação aos eventos que vocês têm participado ultimamente.
José Luís de Godoy Pereira
Putz, é difícil dizer. Cada leilão é leilão, depende da quantidade de players agressivos presentes, né?
O último leilão que a gente participou aqui a gente não ganhou nenhum lote, o nível de agressividade foi muito alto, né, para o nosso padrão de retorno. LatAm a mesma coisa, também depende de caso a caso, tem projetos com competição enorme, uma agressividade enorme dos players.
É muito difícil a gente dizer, assim, vai ser assim ou não vai ser assim, eu acho que isso é caso a caso. Onde você tem sinergia, possa ter eventuais sinergias, isso é estudo enorme que a gente faz de projeto, de concepção do projeto, difícil a gente cravar, é negócio muito tailor-made.
Ricardo Bella
Boa, perfeito. Obrigado, pessoal.
Operator
Nossa próxima pergunta vem do senhor Alexandre Fabeni, investidor. Pode prosseguir.
Alexandre Fabeni
Qual a estimativa de ano final do ciclo de investimentos da companhia?
José Luís de Godoy Pereira
Eu não entendi direito a pergunta. Qual a estimativa de receita ou qual a estimativa de Capex, né?
No término dos ativos desse pacote que a gente tem aqui de investimento termina em 2029. Então em tese em 2029 estarão todos esses ativos operando.
Em termos de Capex, a gente tá falando de US$ 2 bilhões, né, mais ou menos R$ 10 bilhões de Capex total desses projetos todos aí. Basicamente é isso, né?
Operator
Lembrando que para fazer uma pergunta por áudio, por favor, pressione o botão de levantar a mão. E para fazer perguntas por escrito, basta clicar no ícone Q&A no menu inferior e escrever a sua pergunta junto com seu nome e companhia.
Por favor, aguarde. A sessão de perguntas e respostas está encerrada.
Gostaríamos de passar a palavra ao senhor José Luís para que faça as considerações finais da companhia.
José Luís de Godoy Pereira
Bom, gostaria de agradecer então mais uma vez a todos que participaram da nossa apresentação de resultados, também deixar a companhia aqui à disposição de vocês que tenham interesse, investidores, não investidores, que tenham interesse em saber mais da empresa e entender a empresa, tá a nossa equipe de RI aqui à disposição de vocês. Uma boa tarde a todos e até a próxima divulgação de resultados.
Operator
A teleconferência da Alupar está encerrada. Agradecemos a participação de todos e tenham uma boa tarde.
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